Arquivo de junho \27\UTC 2010

.. and make a wish!

E’ divertente rendermi conto  che ora, alla fine, mi trovo nella stessa maniera in cui mi trovavo all’inizio. Non sono rimasta così per 10 mesi – o forse si? -, ma è come mi sento un’altra volta. Senza capire niente. Se gli ansiosi contatori di facebook non si sbagliano, mancano soltanto 12 giorni. Ammazza! Sono passati 288. E mi sento così, senza capire niente. Fra 12 giorni torno alla mia realtà, famiglia, amici, città, lingua. Paese. E se dico che non mi va? Mia madre si arrabia e chiede “e noi?”? Le mie amiche mi chiamano antipatica? Non capiscono? E’, no. Devo farmi la valigia, preparare dei fogli per la scuola, comprare dei regali, salutare a tutti. Ma se non mi rendo conto della realtà, come faccio?

E’ engraçado perceber que agora, no final, me encontro da mesma maneira na qual me encontrava no começo. Nao fiquei assim por 10 meses – ou talvez sim? -, mas é como me sinto outra vez. Sem entender nada. Se os ansiosos do facebook nao se enganam, faltam sò 12 dias. Caramba! Se passaram 288. E me sinto assim, sem entender nada. Em 12 dias volto para a minha realidade, familia, amigos, cidade, lingua. Paìs. E se eu falo que eu nao quero? Minha mae fica brava e me pergunta “e nòs?”? As minhas amigas me chamam de chata? Nao entendem? E’, nao. Tenho que fazer minha mala, preparar os papeis para a escola, comprar presentes, me despedir de todos. Mas se nao caio na realidade, como faço?

Un arrivederci può diventare un addio, come un addio può diventare un arrivederci. Non c’è niente scritto, tu devi scegliere e fare la diferenza.” (A. J.)

Close your eyes…

Ogni tanto mi rendo conto di tante bugie che ci dicono, di tanti ‘arrivederci’ che diciamo che in verità sono ‘addio’, “all’insaputa”, di quanto non possiamo lasciare per domani quello che possiamo fare oggi… Mi riccordo di tante volte che ho salutato con un bacio, e avrei potuto, avrei dovuto salutare con un bello e lungo abbraccio… Mi rendo conto che le storie si ripetono sempre, e non interessa dove ti trovi, si ripetono sempre. Sia nell’Europa, sia nell’America. Le persone non cambiano, semplicimente, non cambiano. E di consequenza i problemi sono sempre gli stessi. Anche se ognuno di noi sia fatto in maniera diversa, se siamo unici, gli istinti sono sempre gli stessi. Sempre. E prendere una decisione per scapare da qualcosa è quasi più inutile di provare ad ignorare una verità.

De vez enquanto percebo quantas mentiras nos dizem, de quantos ‘até mais’ dizemos e que na verdade sao ‘adeus’, “inconscientemente”, do quanto nao podemos deixar pra amanha aquilo que podemos fazer hoje… Me lembro de tantas vezes que saudei com um beijo, e poderia, deveria ter saudado com um bom e longo abraço… Percebo que as històrias sempre se repetem, e nao interessa onde voce està, sempre se repetem. Seja na Europa, seja na America. As pessoas nao mudam, simplesmente, nao mudam. E consquentemente os problemas sao sempre os mesmos. Mesmo que cada um de nos seja de uma maneira diferente, que sejamos unicos, os instintos sao sempre os mesmos. Sempre. E tomar uma decisao para fugir de algo é quase mais inutil do que tentar ignorar uma verdade.

Atrasado…

Depois de muito tempo, finalmente vou contar sobre o Salone del Mobile di Milano. O tal Salao do Design que eu fui. E amei! No dia 16 de abril peguei um trem em direçao a Milao, hehe, serà uma das tantas aventuras que eu vou contar quando voltar para casa. Digamos que era um trem um tanto quanto longo… Seis horinhas. Fiz amizade com um pessoal no trem e tal. Là fiquei na casa do meu irmao hospedeiro mais velho (que faz faculdade là). Cheguei là na sexta-feira, nesse mesmo dia saimos de noite, fomos no centro onde tinham uns bares, e onde estava a maior parte do pessoal que tinha ido para essa feira. Estava muuuito cheio, e muito cheio de gringos estilosos e malucos. Foi legal!

No sabado saimos meio tarde de casa – nao entendo essa mania dos italianos acordarem tarde mesmo em viagem – e fui com duas amigas da namorada do meu irmao ver umas galerias… Explicando, quando tem esse salao, é em um lugar fechado, sao varios galpoes, mas pela cidade tem tambem umas 3 ou 4 zonas, nas quais voce encontra algumas galerias com mostras individuais de design.

Là fomos nòs, passeamos em uma das zonas, tinham umas coisas legais feitas por uns orientais, andamos o dia todo! No fim do dia começou a chover, fomos comer, e fomos em uma “festa” organizada em um galpao que a renda seria doada a crianças africanas! Achei bem legal… Depois, muito cançados, voltamos pra casa. E como nao podia faltar no meu dia, enquanto estavamos indo em direçao ao ponto do  bondinho ele foi chegando. Saimos correeeendo, nossa, nunca corri tanto na minha vida. E foi engraçado, porque era tarde, tudo escuro, meu irmao correndo na frente e eu e as duas meninas atràs. As pessoas ficavam olhando assustadas… Hahahaha.

No domingo de manha resolvi sair sozinha dar uma volta, fui até o Duomo fazer algumas fotos, e no meio do caminho encontrei uma galeria com uma exposiçao do fotografias do Kubrick!! Era maravilhosa… Amei!

Depois disso encontrei com o meu irmao e fomos ver o Salao! Era um lugar enoooorme, e muito bonito. Estava lotado, vi muitos brasileiros, tirei vàrias fotos… Tinham uns moveis muito legais, umas cadeiras super diferentes, quase enlouqueci. E um dos galpoes era sò de novos designers, entao tinham umas coisas super jovens e modernas!

Amei muito ter ido nesse Salao! Vale muuuito a pena…