Posts Tagged 'Itália'

Un anno fa!

Eu acabeeei de postar! Mas não poderia deixar passar esse outro post… Hoje faz exatamente UM ANO que eu embarquei para a Itália. É triste e feliz ao mesmo tempo. Dá saudades, dá vontade de voltar pra lá correndo, fico chateada por não estar mais vivendo toda aquela aventura… Mas fico muito muito feliz por ter tido a oportunidade de vinvencia-la!

Ah… Aproveitando, agora que comecei a usar um pouco mais… Sigam-me! http://twitter.com/vrampini

Chegada

Enquanto mexia no computador, encontrei algumas fotos do dia em que eu cheguei.. Parece que já faz tanto tempo! E na verdade foi há um mes e vinte dias…

E eu estava beeem gordinha! E com muita muita cara de cansada…

Ai, que saudades da Italia, da minha famiglia, dei miei amici…

Beijos mil,

Valentina Rampini

Só pra dizer duas palavrinhas…

Do início de giugno, ao início de settembre os italianos estão de férias! Felicidade para eles, tristeza para mim. No natal eles tem apenas duas semanas de férias, portanto esperam enlouquecidos por aquelas de verão. E vão pro mundo! Desaparecem mesmo. Esquecem computador, celular, amigos, família, vida social! Só querem saber de praia, montanha… E enquanto eles se mantem distantes do computador, eu fico aqui… A espera de novidades da minha famiglia, da minha antiga escola. E tantas outras coisas. Não vejo a hora de ter todos de volta no computador pra matar as saudades, que não pulam nos meus sentimentos tão claramente, mas que eu sei que estão aqui. Ahhh estão…

E amanhã vou a minha segunda aula de Jornalismo de Moda. Espero que desta vez a correria entre ruas paulistanas desconhecidas seja um pouco menor!

Beijos mil,

Valentina Rampini

Regali!

Inevitavelmente a cada aniversário que se aproxima criamos esperancinhas sobre os presentes que ganharemos, damos indiretas, cruzamos os dedos! Um pouco antes de ir para a Itália comecei a me interessar mais ainda por livros, mas mais especificamente artísticos. Design, moda, fotografia… E eles foram o meu grande problema na hora de fazer as malas e voltar para o Brasil! Estava com livros pesadíssimos! E irresistíveis… Lá os livros são muito mais baratos, e livros bons hein! Bons exemplares Taschen por apenas 10 euros! Não aguentei né… E uns dias antes do meu aniversário enquanto dava uma olhada em uma livraria com a minha mãe comentei que ficaria feliz de ganhar vários livros de aniversário.

Esta aí um dos fatores que fez desse o melhor aniversário da minha vida, me senti realmente realizada em relação a presentes!!! Ganhei livros muito legais, e alguns exemplares da revista Zupi (que pra quem gosta de design é óotima). “A Arte de Editar Revistas”, “Fashion Design”, “Amor nos tempos do cólera” e “Days with my father” (que eu tinha comentado aqui, foi uma surpresa maravilhosa!) entraram para a minha coleção! Sem falar no abajur dos Beatles, no sutiã (tradição de amiga!!), no moleton (que ganhei de uma amiga lá na Itália), nas bolsas, no bandage dress (!!!), nos brincos e colar de coração liindos, e nesses bichinhos de pelúcia deliciosos, que estavam na minha lista de desejos, afinal minha irmã italiana era cheia deles, fiquei com inveja!

Ééé, fiquei muito feliz, adorei cada um! Livros são sempre uma boa opção hein, fikdik! Hahaha. Obrigada a todos!

Beijos mil!

Valentina Rampini

Eu e Anni

Sono tornata da 11 giorni, e non seprei che cosa dire con precisione, descrivere sentimenti o fare lunghe spiegazioni. La sensazione è semplice, sembra che sono stata sempre qua, che un anno non è passato, che tutto continua uguale. Sembra che è stato tutto un sogno, bello, meraviglioso, indimenticabile. Ancora non ho avuto tempo di sentire la mancanza, ma la sentirò… E tanta!


Estou de volta hà 11 dias, e nao saberia exatamente o que dizer, descrever sentimentos ou dar longas explicaçoes. A sensaçao é simples, parece que estive sempre aqui, que um ano nao se passou, que tudo continua igual. Parece que foi tudo um sonho, lindo e maravilhoso, inesquecìvel. Ainda nao deu tempo de sentir saudades, mas sei que vou sentir… E muita!

FAMIGLIA

.. and make a wish!

E’ divertente rendermi conto  che ora, alla fine, mi trovo nella stessa maniera in cui mi trovavo all’inizio. Non sono rimasta così per 10 mesi – o forse si? -, ma è come mi sento un’altra volta. Senza capire niente. Se gli ansiosi contatori di facebook non si sbagliano, mancano soltanto 12 giorni. Ammazza! Sono passati 288. E mi sento così, senza capire niente. Fra 12 giorni torno alla mia realtà, famiglia, amici, città, lingua. Paese. E se dico che non mi va? Mia madre si arrabia e chiede “e noi?”? Le mie amiche mi chiamano antipatica? Non capiscono? E’, no. Devo farmi la valigia, preparare dei fogli per la scuola, comprare dei regali, salutare a tutti. Ma se non mi rendo conto della realtà, come faccio?

E’ engraçado perceber que agora, no final, me encontro da mesma maneira na qual me encontrava no começo. Nao fiquei assim por 10 meses – ou talvez sim? -, mas é como me sinto outra vez. Sem entender nada. Se os ansiosos do facebook nao se enganam, faltam sò 12 dias. Caramba! Se passaram 288. E me sinto assim, sem entender nada. Em 12 dias volto para a minha realidade, familia, amigos, cidade, lingua. Paìs. E se eu falo que eu nao quero? Minha mae fica brava e me pergunta “e nòs?”? As minhas amigas me chamam de chata? Nao entendem? E’, nao. Tenho que fazer minha mala, preparar os papeis para a escola, comprar presentes, me despedir de todos. Mas se nao caio na realidade, como faço?

Un arrivederci può diventare un addio, come un addio può diventare un arrivederci. Non c’è niente scritto, tu devi scegliere e fare la diferenza.” (A. J.)

Close your eyes…

Ogni tanto mi rendo conto di tante bugie che ci dicono, di tanti ‘arrivederci’ che diciamo che in verità sono ‘addio’, “all’insaputa”, di quanto non possiamo lasciare per domani quello che possiamo fare oggi… Mi riccordo di tante volte che ho salutato con un bacio, e avrei potuto, avrei dovuto salutare con un bello e lungo abbraccio… Mi rendo conto che le storie si ripetono sempre, e non interessa dove ti trovi, si ripetono sempre. Sia nell’Europa, sia nell’America. Le persone non cambiano, semplicimente, non cambiano. E di consequenza i problemi sono sempre gli stessi. Anche se ognuno di noi sia fatto in maniera diversa, se siamo unici, gli istinti sono sempre gli stessi. Sempre. E prendere una decisione per scapare da qualcosa è quasi più inutile di provare ad ignorare una verità.

De vez enquanto percebo quantas mentiras nos dizem, de quantos ‘até mais’ dizemos e que na verdade sao ‘adeus’, “inconscientemente”, do quanto nao podemos deixar pra amanha aquilo que podemos fazer hoje… Me lembro de tantas vezes que saudei com um beijo, e poderia, deveria ter saudado com um bom e longo abraço… Percebo que as històrias sempre se repetem, e nao interessa onde voce està, sempre se repetem. Seja na Europa, seja na America. As pessoas nao mudam, simplesmente, nao mudam. E consquentemente os problemas sao sempre os mesmos. Mesmo que cada um de nos seja de uma maneira diferente, que sejamos unicos, os instintos sao sempre os mesmos. Sempre. E tomar uma decisao para fugir de algo é quase mais inutil do que tentar ignorar uma verdade.